terça-feira, 31 de agosto de 2010

Quem somos NOZES?! – Parte V: Carlyle


"Para finalmente concluir essa rodada de apresentações Caio fala de Carlyle e apresenta um conto baseado em um episódio pouco usual. Antes, uns vídeos sobre uma de suas grandes proezas"

http://www.youtube.com/user/solrcarlos#p/u/5/l4RT_NT8EMg

Conheci carlyle logo que cheguei a natal, Carlos sempre falava muito dele, mas n fazia ideia de que ele se tornaria um grande amigo meu. Um dos grandes pilares internacionais do projeto kombi, carlyle é um homem de espirito forte, altamente criativo e talentoso em várias áreas do conhecimento, dono de uma sinceridade quase inabalável, tem um carisma que faz com que todos queiram estar a sua volta. Apesar de sua aparencia jovem, carlyle é altamente omedido
e maduro, sempre dando conselhos quando qualquer um precisa, sempre vendo o melhor lado da moeda da maneira mais alegre.
Mas ele tambem tem seus defeitos, por exemplo, não tem um talento musical musical muito apurado... e é extremamente timido para performaces, como dançar.
Agora chegou a melhor hora, claro, vou contar algumas estórias sobre carlyle.

Carlyle, The Wall breaker

Não me lembro bem a data, combinamos de fazer o deposito do dinheiro na poupança do projeto kombi, em uma agencia do unibanco situada no carrefour. Cheguei primeiro, carlyle estava ocupado em uma reunião e por isso chegou atrasado. Logo quando chegou, percebi algo estranho... as nuvens ficaram negras, raios rugiam por toda parte, uivos ecoavam ao longe, pude escutar a música dos cavaleiros de ouro ao fundo, trazendo os maus presságios para o que viria a acontecer...
Pela primeira e única vez em toda minha vida, percebi um aura maligna que carlyle emanava, não sei o que aconteceu naquele dia a ele e nem quero saber.. Mesmo sendo maior do que ele, senti um tremor em minhas pernas quando ele se aproximou, ele não estava com uma cara muito boa, e achei que não poderia ficar pior... mas estava enganado..
Cumprimentei Carlyle, o mesmo fez um esforço extremo para ser educado comigo, pois dentro de sua polidez, sabia que eu não tinha nada a ver com a situação anterior..
Porém, fiz a pergunta errada, na hora errada, da forma errada, e gaguejando (um erro crítico, como dizem os rpgistas). "Carlyle, você.. cê trotrouxe o dinheiro?"
Após 32 milésimos de segundo, pude ver a reação nos olhos de carlyle.. Pensei "Cavei minha própria sepultura".
Pude ver que o auto controle quase supremo de carlyle estava a beira do limite. Tenso.
Não consegui dizer uma palavra. Carlyle com as mãos trêmulas, pegou a carteira em seu bolso e disse, "tenho certeza que trouxe"
Pude sentir a sede de sangue em suas palavras
Entoei um mantra em minha mente, dizendo "se o dinheiro estiver na carteira, estarei salvo"
Foram segundos intermináveis, meu coração batia a beira de um colapso, mas quando Carlyle terminou de abrir a carteira, meu coração parou...
O dinheiro não estava lá!
Verificou desesperadamente mais uma vez, mas o resultado foi o mesmo.
"Estou morto", pensei. Não conseguia mais olhar aquela cena, mas também estava paralisado,não havia nada que pudesse fazer.Ele verificou mais outra vez, sua sede de sangue estava aumentando...Minha respiração estava presa, "é o meu fim".Mais uma vez carlyle verificou, e um cartão de crédito caiu..
Já aceitava meu destino, quando meus olhos mórbidos puderam enxergar através de meu medo..
Havia um caixa do banco do brasil logo a frente. O cartão de carlyle era do banco do brasil. Havia uma esperança! Balbuciei debiamente algumas palavras, mas elas não queriam sair. Fiquei desesperado, sabia o que fazer mas não era capaz!
Quando de súbito, carlyle olhou pra mim. Não vi mais a fúria em seus olhos. Pior.
Vi a frieza de um algoz, pronto para executar a senteça de morte. Assim como o mesmo, ele esperou eu dizer minhas ultimas palavras.
Não fui capaz.Porém de alguma forma, consegui mover meu braço debilmente e apontar para o caixa eletrônico. Agradeci aos Deuses do santuário por terem mantido a sagacidade de carlyle. Em frente ao caixa, carlyle começou a operação (por sorte dos possíveis cadáveres, não havia fila).
Ele comentou que algo estava errado e não tive tempo de perguntar o porquê.
Carlyle acabara de desferir um golpe portentoso no caixa eletrônico. O equipamento transpassado e retorcido agora não tinha mais serventia. Não houve testemunhas além de mim.




Não foi o suficiente para aplacar sua ira. Brandiu algumas palavras ininteligíveis, se posicionou a minha frente e avançou como uma fera destemida.
Agradeci aos deuses pelos dias que tinha vivido na Terra, e agora já estava preparado para atravessar a ponte de espadas e partit para o Outro Mundo. Não havia nada que os deuses poderiam fazer para pará-lo.
Não houve dor. Depois de uma rápido flash, senti meu corpo caindo, se esvaindo de suas últimas energias vitais tragadas pelo Finish Strike de Carlyle. Um chute que até mesmo Chuck Norris poderia sentir (se ainda estou vivo, é porque Chuck Norris considerou verdade o que eu disse).
Carlyle me puxou e girou, apontou para algo, quando eu já estava perdendo meus sentidos, pude escutar a Deusa Athena, me sussurrando que ainda não era minha hora, que eu deveria abrir meus olhos para ver...
Um muro de 1.5 m de espessura, oscilando a beira da ressonância, de um colapso iminente. Rachaduras e trincas corriam por todo o muro como fogo por um caminho de pólvora.
Eu estava quase sendo devorado pelo muro, quando finalmente pude sentir o kosumo da justiça de Carlyle, finalmente ele estava de volta! "Temos que sair daqui, agora!"
Com os kosumos elevados, pudemos nos desviar rapidamente dos grandes blocos de concreto que vinham em nossa direção, acelerados pela oscilação, como um efeito mola.
Depois de termos chegado em um lugar seguro, ele me pediu desculpas, que aquilo nunca mais iria acontecer, que foram ações inpensadas..
Hoje em dia, graças aos deuses e a Carlyle, estamos prontos para desenvolver ainda mais o projeto kombi!
Epílogo
O caixa eletrônico amaldiçoado por golpes mortais, nunca mais teve concerto, a aura maligna que emanava era tão forte que alguns cavaleiros foram chamados para o selarem a 500 m de profundidade, abaixo da terra, no reino de poseidon.
No lugar onde o muro existia, nunca mais foi possível contruir outro. A ira de Carlyle, concentrada naquele ponto, destruia qualquer tentativa de construção, como que um bate-estacas invisível para os réles mortais, que certamente, não tentariam enfrentar aquele fenômeno inexplicável.

Por Caio Vale Fernandes

6 comentários:

Carlos Mendes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Carlyle disse...

Caio, meu filho, obrigado, porque o texto ficou muito interessante!

O Grande Caio, que foi apresentado na postagem anterior, também é um grande contador de histórias! Praticamente um Forrest Gump do século 21!

Acho que fui superestimado no texto, mas espero que as pessoas acreditem no que foi dito... Hehehe

Carlos Mendes disse...

Não pude comentar na mesma hora que postei o texto de Caio, mas o primeiro espaço foi meu! ^^

Um companheiro, um amigo, um irmão, Carlyle é sem dúvida um cara imprescindível para a realização desse projeto. É aquele que mesmo de longe faz as pessoas ligadas a ele sentir sua aura pacificadora e humilde.

Uma pessoa gentil, de alto carater e totalmente ligado com as pessoas que vivem ao seu redor. Um verdadeiro irmão nas horas difíceis e um cara de extrema boa vontade e de grande humor nas horas de diversão.
Um cara bastante racional e de extremamente inteligente, é assim que Carlyle vem destruindo o curso de engenharia elétrica como se fosse um grande parque de diversões.

Pena que não toca lá essas coisas na bateria, mas tenho certeza de que nos nossos pseudo-ensaios sempre se esforçou muito para sair algum som mais agradável do que aqueles baques secos de música punk.

Tenho certeza de que sempre poderei contar com o melhor amigo que uma pessoa pode ter. Carlyle é e sempre será meu irmão, um amigo que merece todo o meu respeito e admiração por ser tão especial na vida de todos aqueles que lhe conhecem.

Um grande abraço, Kamaitachi!

oI
oI
oI

Três vivas para Carlyle!!!!

Carlos Mendes disse...

Esqueci de comentar, que além de tudo ainda é herói nas horas vagas!


O grande CAPITÃO HAVAIANAAASSS!!!

^^

Primo Rajiv disse...

O primo Caio é um poeta, acho que é por isso que é o garanhão. O primo KaRaY, ou Carlyle, é mesmo um grande cara, sempre atento, extrovertido e companheiro. Espero ver muitas outras aventuras do Capitão Havaianas.

oI

Hiro ひろかず disse...

Caras não entendi bem o que ocorreu de fato...ficou meio confuso este texto.
Não sabia dessa salvação do "anu preto"(pássaro) muito engraçado hauehuea como ficou ele depois?